Educação Midiática e a prevenção da desinformação

Com a expansão do acesso à informação, todo mundo passou a poder produzir e consumir conteúdo em larga escala. Com isso, o excesso de informação passou a ser um desafio: como diferenciar fatos de opiniões? O que é fake e o que é verdade? Como compartilhar mensagens com responsabilidade?

Muitos desses questionamentos permeiam a cultura da informação e podem ser vistos em sala de aula. Afinal, hoje em dia, não basta ler o que chega às nossas mãos nas telas dos celulares e computadores: é necessário interpretar as linguagens, a intenção, a autoria e o contexto dos conteúdos.

De acordo com um estudo do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts), as “fake news” têm 70% mais chance de viralizar do que as notícias verdadeiras. Por isso, a habilidade de ler criticamente torna-se cada vez mais necessária.  À medida que filtrar o fluxo de informação torna-se um exercício diário, e com um mundo cada vez mais conectado, é importante nos educarmos para fazermos escolhas conscientes em diferentes âmbitos da nossa vida.

A educação midiática tem um papel fundamental para toda a sociedade, sobretudo na escola, pois estimula a capacidade de analisar e produzir informações de maneira crítica em todos os seus formatos. É preciso conversar com os estudantes dentro e fora da sala de aula sobre o uso  de memes e das redes sociais, sobre cibersegurança e sobre como desenvolver um comportamento melhor no ambiente virtual. Afinal, melhorar a convivência no universo digital é também promover cidadania e tolerância. 

No Elite, trabalhamos com diversos estímulos à interpretação de texto e ao pensamento crítico, destacando veículos de comunicação, pesquisadores e cientistas confiáveis. O nosso objetivo não é que o aluno conheça todas as fontes de informação existentes, mas que saiba consultar a veracidade de um conteúdo e identificar as bases de determinada informação.

Essa habilidade deve ser incentivada não apenas para informações corriqueiras, mas também para a realização de provas e vestibulares: citar fontes e dados relevantes é uma excelente estratégia para aumentar a nota da redação do Enem, por exemplo.

Eai – Ecossistema de Aprendizagem Inovador

Além de atividades e projetos realizados em sala de aula, oferecemos aos estudantes eletivas do Eai que trazem essas discussões, como “Fake news” e “Midialogia”.

Fake news: como prevenir a desinformação e suas consequências

A eletiva de Fake news é destinada aos alunos do 8º ano ao Ensino Médio,  e visa elucidar o que são fake news, desde quando elas existem, como e por quem são produzidas, e seus impactos no mundo. 

Além de evidenciar como identificá-las e como se certificar da veracidade de uma informação, trabalhamos a influência da tecnologia na era das fake news e qual o papel dos jornalistas, dos meios de comunicação, do governo e da sociedade civil para evitá-las.

Midialogia: os meios de comunicação e seu impacto na sociedade

Nessa eletiva, também destinada aos alunos do 8º ano ao Ensino Médio, ensinamos a utilizar da melhor forma os diversos tipos de mídias digitais, como  o YouTube e o TikTok , e quais são os objetivos de cada um. 

Durante as aulas, os estudantes aprendem como produzir conteúdo de forma consciente e responsável, além de receberem dicas de filmagem, linguagem, edição de vídeos, animação e marketing digital.

Outros destaques da disciplina estão em explicar como a identidade visual funciona na internet, destrinchar o consumo de conteúdo e indicar o que é a “cultura do cancelamento”.

 

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Escrito por:
Larissa Florentino


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